segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Haute Route 2 - por Claudia K

Para quem achava que nao era pedreira.....e é só o 2o dia


DICAS PARA O TRIATHLON


Estamos nos aproximando da data da prova. Muitos de vocês são novatos e mesmo para os que já fizeram a prova, varias duvidas aparecem.
Estaremos listando algumas itens que irão amenizar a ansiedade para os que forem fazer a primeira prova e relembrar , para os que já são veteranos.
É sempre bom, na semana da prova, mentalizar a prova na cabeça e fazer o passo a passo de cada etapa. Voces notarão , desde já, uma leve aceleração do coração e já começam a se habituar a isso.

Antes da prova

  • alimente-se regularmente como vem fazendo e vá ao banheiro;
  • separe todo seu material (listado abaixo) , na véspera;
  • amarre algo na sua roupa de borracha ou ponha seu nome para depois encontra-la com facilidade ( ficaremos com ela no final da etapa da natação)
  • passe vaselina no pescoço e areas de fricção para a roupa de borracha não machucar;
  • caso deixe sua bike na vépera na area de transição, arrume todo o material e cubra , se necessario alguma peça da bike, capacete ou tenis;
  • caso vá deixar a bike momento antes do início da prova, arrume seu material na ordem de pega-lo em cada transição;
  • ponha a roupa do ciclismo ( pelo menos a bermuda ) por baixo da roupa de borracha;
  • certifique - se junto a organização da prova se haverá alguém retirando as roupas de borracha;
  • compre um "porta numero" ( elástico de cintura onde voce já deixa seu numeral);
  • leia o regulamento.

DURANTE A PROVA

  • após a etapa da natação,  faça a transição rapidamente ;
  • Na prova do aterro, estaremos retirando as roupas de voces e serao orientados na hora do local. Deixe apenas sua roupa de borracha, mas leve consigo seu óculos e touca;
  • não se afobe para por e tirar a sapatilha. Se necessário, calce a sapatilha ao chegar da natação e ande ( mesmo como um pato) de sapatilha ate a area do inicio do pedal.
  • afivele seu capacete;
  • ao sair para pedalar inicie uma hidratação forçada;
  • pedale com segurança;
  • ao chegar na área de transição para começar a correr, somente desafivele seu capacete ao por a bike no cavalete

APÓS A PROVA

  • Se alimentar bem
  • Caso necessário, tomar umas espetadas de “soro” no posto medico
  • Levar uma roupa quente para o pós prova
  • recolher rapidamente sua roupa de borracha ( prova do aterro)
  • Tirar uma bela foto e ....
    • ....... Festejar muito

Aos que forem viajar com a bike, seguem algumas dicas:

  • agendar em alguma loja ( caso vá faze-lo , o serviço de embalagem da bike) com antecedencia;
  • estar ciente, que ao levar a bike desmontada, deverá saber monta-la ou ter alguem para faze-lo;
  • em viagens internacionais, é aconselhável o uso de cases rígidas, onde nelas voces podem por , capacete, sapatilhas , cameras reservas e todo material de ciclismo;
  • em viagens nacionais, protege-la com plastico bolha é sempre bom ( compre 2  metros e faça tiras de 10cm de largura) , " enrolando"  como uma múmia  , cada tubo da bike. Guarde a metade para poder  "mumificar" a bike na volta. Não deixe de levar uma tesoura e fita adesiva;
  • retire sempre os pedais ( mas tenha a chave para re apertá-lo ). Nos pedais que a chave é allen e soltam o mesmo no eixo l, insira a chave do pedal, segure o mesmo , e puxe sempre a ferramenta para cima para soltá-lo.
  • levar sua bomba de pé , ou combinar com algum de leva-lá. Sempre há alguem que leva e sempre há alguem que depende da sua bomba;
  • não levar CO2 na bagagem, algumas companhias aéreas barram o embarque
  • ferramentas , canivetes e tesouras na bagagem de mão são apreendidas ao passar no raio x;
  • aconselha-se esvaziar o pneu; caso ele esteja com liquido anti furo, ao esvaziar a  válvula deverá esta " em cima " e não perto do chao.

Material usado e a ser levado:
Não se esqueça de:

·         levar câmaras de reserva e por câmaras novas na bike.

·         Quem usa pneu tubular, use o reserva antes da prova para em necessidade de troca ser mais fácil colocá-lo.

·         Aprenda a trocar pneus e camaras e usar o CO2, caso o use. Não deixe para “estourar”a ampola de CO2 sem nunca ter feito.

·         checar a “vida” da corrente pelo menos 1 mês antes da prova assim como do cassete.

·         Habitue-s e a usar os capacetes aeros nos treinos (para quem for usar), não tenha surpresas no dia da prova.

·         A roupa de ciclismo devera ser previamente usada.

·         Não estréie em tênis novo na prova, troque – o e use- o pelo menos por 200km.

·         Nos treinos coma e beba o que vocês irão levar na prova

·         Olhar e checar o estado de seus tacos.

·         Olhas e checar o estado de seus pneus.

·         Levar um canivete de ferramentas.

Não deixe de separar

·         Luva com dedos (pode estar frio)

·         Camisa de ciclismo de manga comprida

·         Camisa para corrida de manga comprida (pode ser deixada no “special neeeds”

·         Vaselina

·         Mais um óculos de natação

·         Meias para a corrida para a prova e para o “special needs” (caso haja)

·         Algumas pessoas deixam um tênis no “special needs”da corrida. (caso haja)

·         Luva par a corrida ( se estiver frio)

·         Gorro para a corrida ( se estiver frio)

Não perca tempo:

·         nas transições

·         na  eventualidade de um reparo de pneus

·         problemas mecânicos esperando o mecânico da prova , tente achar uma solução

·         algumas bicicletas tem “gancheiras”diferentes na roda traseira, aprenda a tirar e colocar a roda.

·         Caso ande, faça – o com rapidez

Perca algum tempo:  ( principalmente em provas de 1/2 e Ironman)

·         se necessário, se alimentando e se hidratando

·         beba água nos 2km da natação ao contornar a bóia na areia

·         indo ao banheiro se necessário.

Mais duvidas? envie um email e procuraremos responder para todos

HAUTE ROUTE - APRESENTAÇÃO

TOUR DO RIO - CONSERVATÓRIA

Por Profa Rita Medeiros

" Prova  dura, tanto no percurso menor, quanto no maior de 71 Km, composta de muitas subidas.
Eram 25 laranjas em nosso ônibus, e ainda encontramos outros integrantes da assessoria que já estavam lá hospedados, tornando nossa equipe a mais numerosa do evento.

Nossos atletas,  puderam experimentar o sabor de uma ótima organização, sentindo-se acolhidos, respeitados e seguros.
Com muita satisfação, Lauro Wolner me apresentou seu filho, que já está pedalando... É isso aí, renovação. Bem como a atleta Anisia que estava com seu marido e irmã, que tb pedala.

 Isto mostrou como é contagiante o prazer que nossos alunos estão sentindo. Fruto do trabalho desenvolvido pela Assessoria WT, dirigida pelo Walter.
Nossa equipe esta crescendo em qualidade,  como já tenho mencionado , trazendo benefício a todos , tanto aos alunos como para nós profs e Marcia eWalter e  nos sentimos gratificados com esta evolução.

Podem ter certeza que esta é uma preocupação constante!
Todos estão de parabéns! Foi enorme prazer estar com vocês!"



Por Marcus Rubim

" Prova bem organizada, apagou a má impressão que ficou do UWCT no Rio...

A largada foi separada por categoria e neutralizada, o que funcionou muito bem até que... o “bicho começou a pegar”.

Os pelotões foram se formando, logo com uma subida pela frente, o que consumiu energia dos novatos, como eu, que acreditavam poder acompanhar os mais preparados. Nesse momento pensei “putz, gastei  o que tinha e o que não tinha com 12km. E agora?!”

Bem, nesse momento meus 10 meses de treino com WT (não faltei um por preguiça!) fizeram a diferença. Cabeça fria, baixei a intensidade e logo meu coração voltou a me pertencer... rs

Depois da primeira subida, algumas sessões de sobe e desce de média esforço e, já recuperado, comecei a acompanhar um pelote que passou por mim bem rápido.

Também aqui fiquei com a sensação que minha pouca experiência foi explorada pelos meus colegas ciclistas (esses não eram laranjas!). No revezamento do pelote puxava sempre na reta e na subida, vento na cara,  e os outros me folgavam na descida... Achava que algo estava errado , mas não tinha o WT para me ajudar nessa hora...rs

Foi nisso, até que lá pelos 48km, começou a subida forte, estava cansado, bem cansado, mas sob controle... no fim, com o coração querendo me escapar novamente, um grupo de torcedores gritava: “Força! Só faltam 300m...”. Esses com certeza não eram ciclistas, pois 300m , numa subida forte e no último quarto de prova, parece uma eternidade...

Acabada a subida, seria só alegria... a descida. Ledo engano! Também aqui minha inexperiência atrapalhou , e muito!

Fui inventar de tirar a perna esquerda do clipe para alongar enquanto descia... para quê!? No primeiro movimento, ela apareceu com toda força. Ela mesmo, a cãibra e como doía...

Mesmo faltando somente 6km tive que descer da bike para alongar e comer o resto do sanduba de salaminho (o gel já tinha acabado).

Nesse momento a solidariedade laranja falou mais forte. Meu companheiro Nicolas ,passando por mim, parou para esperar me recuperar e ofereceu uma roda amiga. Foi também uma retribuição a “pane seca dele” no meio da prova, que foi aliviada pela minha caramanhola.

Nos últimos 300m, cãibra “curada”, ainda teve tempo de um sprint final para passar mais dois ciclistas.

Fim de prova e sensação que o acúmulo da experiência vai me favorecer nos próximos desafios..."
Por Adriana Dex

" WT,

Mais uma vez lá vou eu fazer o que amo...ciclismo! Partiu o bus laranja....bikes acomodadas e viajamos para competir e se divertir em Conservatória!  A prova foi bem legal e organizada, fiz um pedal forte e com segurança. Viemos eu e Mariana Pizarro o tempo todo...um ótimo trabalho de equipe, fizemos uma dupla e tanto, cada uma puxava um pouco, algumas subidas, mas com descidas longas que faziam a gente descansar um pouco as perninhas....rs Gostei muito da prova!

Tempo de prova 02:41:00 -71km no meu Garmin, não vi o oficial ainda.

Um agradecimento especial à você Walter! Obrigada por tudo sempre!"


Por Michel Amaral

" A prova foi muito boa, nem comparação com o Mundial!

Logo no início, coisa de menos de 10km, já tinha sobrado do pelote da Master A. Daí em diante foi praticamente o tempo todo com o focinho no vento.

Como a Master A foi a 2ª a largar depois da Elite, eventualmente passavam pelotes de outras categorias. Eu andava um tempo junto, mas não consegui me manter em nenhum até o final. Fiz um passeio por praticamente todos eles, inclusive pela Elite Feminina.

Se não me engano terminei em 24º de 52, quase que em cima da linha da mediocridade rs.

Aparentemente ainda não tenho um preparo físico bom o suficiente pra acompanhar os cavalos do pelotão da minha categoria (e hoje percebi que nem das demais categorias rs). Por enquanto vou ficar só com as provas de MTB mesmo que não dependem tanto de um pelotão para se obter uma boa colocação, é mais esforço/habilidade individual mesmo.

Perguntei sobre o aquecimento pq percebi que meu rendimento é horrível justamente nas largadas. Depois da metade das provas em diante (de qualquer modalidade) é que as pernas vão soltando e vou me sentindo mais confortável, mas daí já é tarde demais.

Talvez isso seja justamente devido à falta de um aquecimento adequado antes da largada, sei lá, pode ser que eu não tenha a capacidade de ir de 0 a 100% em uma porrada só, sem aquecer, do jeito que a galera faz nas competições.

De repente esse lance de aquecimento é um bom tópico pro blog da assessoria.

 Semana que vem vai ter a última etapa do Agulhas Negras MTB cup, serão 72km em estrada de terra.  

Valeu Walter!

Abs"


domingo, 19 de agosto de 2012

HAUTE ROUTE DIA 1

Começou hoje mais uma HAUTE ROUTE.  120kms no primeiro dia e 2700m de ascensão. O dia começou com a temperatura de 40 graus.

Resultados do dia

94 VInicius Franco 3:53'47" + 46'40"
171 RIcardo Borges 4:10'43" + 1:03'36"
467 Claudia Kligerman 5:22'91" + 2:14'54"
493 Guilherme Toffoli 5:36'37" + 2:29'30"
495 Marco Azevedo 5:39'20" + 2:32'13"
554 Claudio Kligerman 6:34'35" + 3:27'28"





sábado, 18 de agosto de 2012

Síndrome do Estresse Medial Tibial



As dores nas pernas são as queixas mais comuns entre os atletas profissionais e amadores, sendo uma das maiores causas de afastamento prolongado e até mesmo de desistência do tipo de atividade física relacionada.

Popularmente chamada de CANELITE, a síndrome do estresse medial tibial é caracterizada
pela dor ao longo da região anterior e medial (face interna) da perna.

O diagnóstico correto e um plano de tratamento poderão ajudar o atleta a retornar mais
rápido às suas atividades físicas.

As causas dessas dores possui uma gama de fatores, que poderão ocorrer de forma
isolada ou em associação.Torna-se importante uma avaliação detalhada sobre a história
essa dor, tais como: sua intensidade, início e término das dores, momento do treinamento em que surge ou desaparece.

Geralmente, calçados inadequados, pisos desiguais e com longos declives poderão propiciar esse tipo de lesão, assim como o aumento abrupto no volume e/ou intensidade dos treinos.

Atletas com o tipo de pisada pronada ou hiperpronada fazem parte de um grupo de risco para a síndrome, entidade essa que se não tratada ou negligenciada poderá evoluir para uma Fratura por Stress, que levará a um afastamento por um prazo maior do atleta de suas atividades.

A dor possui característica de início progressivo e gradual e o diagnóstico é basicamente clínico, sendo os exames de imagem (radiografias e tomografias) apenas para a exclusão
de outras patologias.

O tratamento varia entre a diminuição/mudança do ritmo de treinamento até o repouso da atividade por um período, uso de sistemas de compressão, uso de palmilhas, mudança do calçado, elevação do membro e fisioterapia.


Dr. Jefferson de Decco Teixeira
Ortopedista-Traumatologista
Contato: dr.jefferson.ortopedia@gmail.com





Endurance 50k do XTerra Costa Verde 2012.

Por André Caúla

" A prova.
Cerca de 100 atletas estavam inscritos na prova Endurance 50k do XTerra Costa Verde. A largada foi antecipada em 2 horas em relação ao ano anterior. Pontualmente, foi dada a largada as 14:00. Pela altimetria, teríamos cerca de 10 km até a primeira das 3 subidas. Pensei, “dez para aquecer e subir a montanha”. Estava certo em uma coisa, aqueceu mesmo, o sol queimava violentamente, e já fervia meu radiador. Diminui meu ritmo. De todos os filhos de Tuche, eu era o último. Ansiava pela subida, na expectativa de uma sombra. Quando me aproximei da subida, visualizei uma íngreme cachoeira de lama, para onde o staff me orientava a seguir. Mal conseguia ficar de pé, escorregava muito e poucas raízes para me apoiar. Ao atingir o pico, eu vi a “nascente”, uma mangueira posicionada pela organização, espirrando água morro abaixo, sinistro. Voltei a correr. A próxima cena ficou marcada na minha memória. Do alto do morro, com uma vegetação baixa, eu via adiante uma longa descida, seguida por uma enorme subida, que parecia ter a altura de um prédio de 12 andares. Vários corredores escalando aquele “prédio”. Segui em frente, encantando com o visual. Já no km 15 começava uma longa subida no asfalto da RJ-149, com cerca 5 quilômetros, chegando ao ponto mais alto da prova, 219m. Então, desci até o km 25 (com aproximadamente 3:30 de prova, reabasteci minha mochila) e fiz o caminho de volta no “prédio”, a última grande subida. Mas, a noite já tinha caído. Me encontrava no meio no nada. Além das estrelas do céu, somente a minha headlamp brilhava naquele local. Nenhuma luz a frente, nem atrás, era difícil achar a trilha naquela escuridão. Os insetos voavam de encontro a luz, batendo contra o meu rosto. Tentava correr, mas tropeçava no terreno irregular, então andava num ritmo lento e solitário. As vezes, encontrava algum staff perdido no mato, congelando de frio. Sim, a esta altura a temperatura já tinha mudado bastante. Quando cheguei no km 30, onde deveria ter o special needs, água, gatorade e gel, além do tempo de corte, nada encontrei, a não ser milhões de copos plásticos jogados no mato. Parece besteira, mas o psicológico, em situações de alto desgaste, sofre altos e baixos momentos em questões de minutos. E o meu foi lá pra baixo, segui pois não tinha nada mais a fazer. Cheguei num trecho plano de terra batida e voltei a correr, já visualizando as luzes do Resort, fiquei mais animado. Ao me aproximar da linha de chegada, imaginei que meu GPS estava quebrado, pois marcava 40k. Doce ilusão, passei a 500 metros da linha de chegada e comecei a me distanciar novamente. Um pouco confuso, pois tinham vários atletas correndo os 9k. Finalmente, vi um rosto familiar, joguei a luz no rosto do Fabrízio e o cumprimentei. Ele não parecia muito animado, mas fiquei feliz em vê-lo e tentei acelerar, imaginando alcançá-lo. Mas, 8 km no escuro e atravessando rios, ainda nos separavam, como pude perceber. Então, lembrei da dica do amigo Pedro Scripilliti, e injetei um Clif Double Expresso Turbo Shot na veia e só parei na chegada. Lá, me aguardavam minha esposa Fernanda, meu filho Lucas, e meu parceiro e grande amigo Eduardo Gomez.
Colocação
Numeral
Atleta
Tempo
Equipe
18º
3050
ASHBEL DE STUTZ E ALMEIDA
05:54:38
WALTER TUCHE
?
3101
ROGER DE ABREU CARDOSO
05:59:34
WALTER TUCHE
21º
3047
MAURO SILVA DA COSTA
06:05:59
WALTER TUCHE
27º
3039
FILIPE F. MEIRELES
06:23:55
WALTER TUCHE
31º
3035
FABRÍZIO RUBINSTEIN
06:38:44
WALTER TUCHE
45º
3029
ANDRE LUIS CAULA
07:23:14
WALTER TUCHE
 A organização.
Imagino que organizar uma prova como esta não seja uma tarefa fácil. Mas, algumas semanas depois de ter feito a inscrição, recebi um email da organização informando sobre novas exigências para a prova, que incluíam atestado de saúde, termo de responsabilidade, determinados itens obrigatórios e que não seria distribuída água em copo descartável, cada corredor deveria ter sua própria garrafa.  Houve muita confusão durante a retirada do kit e antes da largada, por conta destas “novidades”. Apesar de achar que a organização deveria ter visto e informado isto com mais antecedência, estas regras são comuns em provas de corrida de montanha internacionais, o que na minha opinião mostra que os organizadores estão preocupados em relação as suas responsabilidades em caso de acidentes, mas também em melhorar a segurança dos competidores e em reduzir o impacto ambiental deixado pelo lixo produzido pelos atletas (mas infelizmente não funcionou para esta edição, pois o lixo produzido não foi pouco). Com exceção do km 30, houve farta distribuição de água, e suplementos, percursos bem demarcados e uma excelente localização para este tipo de prova.
Por Fabrizio
" Há um ano atrás eu enfrentava meu primeiro e espero último cálculo renal. Dois dias internados e a recomendação médica de ser mais rigoroso com a hidratação durante os treinos eram as informações que os amigos da Assessoria tinham. Mal sabia que em menos de uma semana depois, seria diagnosticado com uma hepatite medicamentosa. Meu fígado avisou que um repouso absoluto era necessário. Faltavam 45 dias para o ½ IronMan de Miami e precisei me conformar com a realidade. Era preciso entender que o descanso era uma imposição orgânica. Restava obedecer e confiar na palavra do treinador de que eu estaria pronto para correr o Cruce de Los Andes (ultramaratona de 100km em três dias nos Andes) com apenas 60 dias de treinamento. E assim foi feito. Meu desejo de correr na capital da República, minha terra natal levou-me a inscrever na Volta do Lago (ultramaratona de 100km em apenas um único dia). Haveria um intervalo de quatro meses, período considerável para uma rápida recuperação, mas sem perder a base de treinamento. Entretanto, no meio do caminho, tinha uma pedra. A pedra foi chamada de X-Terra Ilhabela (ultramaratona cross-country de 80km). Prova dispensável do ponto de vista físico, mas importante para conseguir vaga na etapa européia de corrida cross-country que sempre tive intenção de fazer. Chego nos primeiros seis meses do ano com três ultramaratonas completas e uma condição físico-mental já debilitada. Por motivos obviamente irracionais, acredito ter condições de realizar mais uma etapa do circuito X-Terra, agora em Mangaratiba (ultramaratona cross-country de 50km). A mente advertia que essa prova só poderia ser feita se fosse realizada em ritmo de parcimônia. Mas engana-se quem pensa que a mente controla o corpo. Trata-se de uma parceria, meus caros. Na largada da prova, a mente experiente indica um ritmo confortável para realizar a etapa. O cuidado com a hidratação diante de um forte calor. A companhia do amigo Filipe e seu eterno enjôo nos primeiros 20km de prova. Aproveito o ritmo moderado para descansar. Sei que quando o miserável do Filipe se recupera a brincadeira fica séria e a pancadaria começa na frente das crianças. A prova é dura, mas nada que assuste. Lamento que não seja distribuído nada além de géis. Eu precisava de algumas frutas e só. Mas, nada vem. Meu estômago começa dar sinais de enjôo. As subidas fortes fazemos. Anoitece e nos sentimos aliviados por termos concluído mais de 2/3 de prova ainda com a iluminação natural. Dali pra frente é só levar a carcaça para a linha de chegada. Dispenso a companhia do miserável do Filipe que, a essa altura, totalmente recuperado  imprimia um forte ritmo de 6:30min/km (rs). Meus últimos 15 quilômetros foram feitos apenas administrando o cansaço. Um cansaço diferente de todos que já senti. Não era um cansaço específico vindo de alguma região do corpo. Sem qualquer câimbra, por exemplo. O cansaço era de quem se encontra esgotado não por apenas uma prova, mas por ter corrido quatro ultramaratonas em apenas oito meses. Mas a vaidade é uma merda. Da linha de chegada direto para o hotel. E hoje, ao ser perguntado pela Lúcia Glioche, não soube responder quantos quilômetros já corri este ano. É, se nem sei responder é porque está na hora de parar. É preciso entender e respeitar que o descanso é uma imposição orgânica. Resta obedecer e confiar na palavra do treinador de que eu estarei pronto para correr o (a)..."


Por Fabiana Albuquerque

Já assisti a vários ironmans em diferentes cantos do mundo, várias provas de triathlon, e desde a primeira prova de Xterra que fui em Mangaratiba, fiquei encantada!!! Definitivamente a melhor prova pra se assistir, pois a vibe da galera é contagiante, o lugar é incrível e nao é uma prova demorada. Além do que podemos aproveitar e passar um final-de-semana delicioso do lado da família unindo o útil ao agradável. Minha filha participou pela segunda vez da corrida Xterra Kids (e olha que ela não tem nem 4 anos ainda!!), e adorou!! O mais legal é que esse ano ela ficou na maior expectativa, junto com a gente. (O meu marido, Eduardo Gonzalez tb participou! Aliás, parabéns! Ficou em quinto lugar!).

Essa foi a prova que na verdade marcou minha entrada no WT assessoria esportiva. Ano passado participei do revezamento com Fernandinho Junqueira e Maria Clara. Fiz a corrida tb!!Tava super bem treinada, fiz em 1 hora e 4 min!! Demais!! Mas o que mais me animou foi ver a equipe WT e a sua uniao. E muitas mulheres lindas e loiras, com unhas pintadas (rsrsrs) entrando na equipe! Vi que se nao encontrasse minha turma ali, nao encontraria em lugar nenhum!! rsrsrsr... Enfim, a partir dali comecei a treinar com o WT!! Porém esse ano, mal consegui treinar. Pra ser sincera voltei mesmo há um mes, e sabia que nao estava preparada pra essa prova! Mas como eu queria muuuuito fazer, tentei arrumar uma equipe! E arrumei uma SUPER EQUIPE! Dudu Gomez e Brasilia!!! Ta ruim?? Alias agradeço aos dois por terem  espírito esportivo, tava super tensa em nao correr bem (como de fato aconteceu) e ele ficarem chateados, mas na verdade o que aconteceu foi o contrario! Nunca vou esquecer dos gritos deles me incentivando quando eu estava cruzando a linha de chegada!!! Com certeza, vi a falta que faz estar treinada! Como disse o Fernandinho, os quilômetros mais dificeis da minha vida!!!!! Agora é não parar de treinar e que venha o próximo!!

 bjs Fabi"

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TREINO DE MTB NESTE SABADO

NO RECREIO DOS BANDEIRANTES:

"Encontro em frete a padaria Lokau no Recreio, quase em frente ao posto 11 às 7h30 para saída as 8h no máximo!
Orla do Recreio até a Estrada do Rio Morto, Est. dos Bandeirantes, Est. do Morgado via pista de motocross, Descida pela SingleTrack da Giga, Est. das Tachas, Est. Cedro, Rotweiller via Caquizal, Est. dos Banderiantes, Rio Morto e Praia do Recreio.
Pedal de  3h40 / 4h dependendo do ritmo da galera, 40 km com trechos técnicos e bastante subidas!"

Diego Gomes

FIM DE SEMANA 18 e 19/8


PROGRAMAÇAO DO FIM DE SEMANA DE 18/8



CICLISMO E TRIATHLON - sabado



o   1/2 IRONMAN  PENHA / tri star 111 



80km na estrada - ritmo de prova



o   tri short ou olimpico / tri star 55



40km na barra + 6km de corrida (short) / 8km de corrida (olimpico) ou 60km na estrada (não correr)



o   ciclismo



100 km na magé  / barra 60 km + canoas ate a mesa.

ou 2hs de montanha



INICIANTES: 7:15 as 9hs no alphaville com a Prof Rita



horarios:



na barra 7:00  na loja do renato estrella na barrinha

na rio magé -  7:30 no posto forza (cuidado com a névoa)

na zona sul 7:30 na padaria sec XX



A PROGRAMAÇÃO DE DOMINGO AINDA ESTA SUSPENSA



em nosso calendário, teremos um aquário, mas haverá a meia maratona do rio passando pela orla de copacabana. A opção de ser na barra existe, mas depende da condição do mar ( previsão de mar alto)