segunda-feira, 30 de julho de 2012

ASICS GOLDEN FOUR

NAO DEIXE DE VOTAR >>>>>>>>>


Essa prova vem ganhando destaque no cenário de corridas de rua do Rio de Janeiro.

Um percurso muito bonito, desafiador por assim como o vento pode ajudar ele pode atrapalhar muito e em um horário excelente para todos os corredores. A subida do elevado do joá no km 18, é uma verdadeira montanha, mas logo após , a descida do mesmo , ja no tunel ate a entrada de São Conrado fazem esquecer o elevado e na ultima curva, estar de frente ao mar é um brinde a prova.

Nossos alunos prestigiaram a prova em peso, onde tivemos tambem a presença de quatro professores, Germano, Gustavo, Filipinho e Gabriel e de nossa fisioterapeuta Flavia Cruz, dando toda a força aos alunos que chegaram.

Segue a lista de nomes e tempos de nossos alunos
(alguns nomes podem nao estar aparecendo, pois na inscricao no deve ter sido citado o nome da equipe).

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ana boccaneera02:02
antonio alves01:55:49
cacaia01:55
camila01:39
cesa lynch01:41
christian tagushi01:35:55
diego gomes02:00
fernando martins01:41
gerson01:48:52
gilberto marques01:46
helena pavese01:55
helio01:57:38
helo02:21
henrique font01:50:08
henrique werneck 01:24
ingrid01:59
isabela schame02:02
joana kfouri01:55
karina brito01:42
luiz augusto01:35:41
luiz claudio01:44:13
luiz magon01:44:35
marco capitao01:44:24
marcus dantas01:39
maria cecilia02:08
marlon01:40:37
miguel lasalvia01:35:41
milena02:19:22
nathalia ventura01:46:48
pablo vianna01:31
pedro scripitilli01:39
renato monteiro01:44:53
roberta leivas02:30
rogerio lobo01:36:25
tete01:59
tiago pavarini01:30:52

quinta-feira, 26 de julho de 2012

PROGRAMAÇÃO DO FIM DE SEMANA PARA OS ATLETAS DA ASSESSORIA


vote na enquete ao lado !!! ---->>>>>>



TRAIL RUN -  sabado com o PROF EDUARDO

encontro as 7:30  no posto do alto da boa vista;

Trail run no parque nacional da floresta da tijuca.

Quem tiver camelback levar, assim como repelente.

(interessados devem enviar um email para o Prof Eduardo ewrgomez@uol.com.br)

CICLISMO E TRIATHLON - sabado

o   1/2 IRONMAN / tri star 111  

100  km na estrada - treino contínuo ; estímulo moderado forte  - grupos de ate 4 atletas

o   tri short ou olimpico / tri star 55

60km na estrada - treino contínuo FORTE  -  grupos de até 4 atletas

o   ciclismo

80 km na estrada ou na barra( para quen não for correr a prova de domingo)  

60km na barra ( para quem for correr a prova de domingo)

obs:

atletas de Triathlon que forem correr a asics domingo fazem 60km na estrada ou barra

o   Haute Route - independente da prova de domingo, no sabado, 3hs de montanha e no domingo após a prova mais 2hs de montanha livre. Para quem não for correr domingo, 4hs de montanha sabado e domingo.

horarios:

na barra 7:00  na loja do renato estrella na barrinha

na estrada no forza 7:30

DOMINGO

EM FUNÇÃO DA PROVA DA ASICS E CICLISMO


NÃO HAVERA OUTRA ATIVIDADE

PEDIVELAS COMPACTOS

Hudson Malta/www.bikebros.com.br

http://www.bikebros.com.br/detalhe.asp?codigo=273&canal=TechTalk

Nos últimos anos, O ciclismo foi um dos esportes que mais evoluiu tecnicamente. Além do

surgimento de novas modalidades, pudemos acompanhar também o avanço tecnológico

em todos os segmentos do esporte, princpalmente na indústria e no treinamento. Muitos

conceitos do passado, tidos como dogmas imutáveis do esporte, deram lugar a idéias

inovadoras e eficazes, trazendo vantagens tanto para praticantes amadores como

profissionais.

Uma dessas mudanças atingiu em cheio as modalidades de estrada, e teve provável início

em 2004, quando o ciclista espanhol Roberto Heras resolveu encarar as duras subidas da

Vuelta a España daquele ano (algumas a 28% de gradiente!) usando uma relação reduzida

de marchas, com coroas menores. Sem saber, ele estava derrubando um tabu que durara

décadas, onde era imperativo que as relações de estrada fossem mais pesadas. Seu

sucesso nas montanhas da competição abriu o caminho para uma grande mudança na

forma de pensar sobre o uso da força produzida pelo ciclista. Técnicos começaram a

perceber que o giro era mais importante do que se imaginava.


Nao dá para saber se tudo realmente começou ali, mas o fato ajudou bastante. Logo, a

indústria já estava desenvolvendo um sistema que pudesse ofereer as vantagens do giro

mais elevado, onde o ciclista consegue manter uma cadência de rotações do pedivela

muito mas confortável e eficiente, sem o desgaste muscular exigido pelo pedalar lento e

pesado das marchas longas. Para isso, foi necessário alterar as dimensões do pedivela,

diminuindo o tamanho dos braços de fixação das coroas para que fosse possível utilizar

pratos menores.


O que é BCD?

Esta sigla significa Bolt Circle Diameter, e se refere ao diâmetro do círclo formado pelos

parafusos de fixação das coroas. Por muito tempo este padrão foi de 130mm, utilizado por

todos os fabricantes (exceto pela Campagnolo, que estabeleceu um padrão próprio de

135mm). Este formato não permite o uso de coroas com menos de 39 dentes, e para que o

novo conceito de coroas compactas pudesse "vingar", as fábricas resolveram adotar o

formato utilizado nos antigos pedivelas para mountain bike: 110mm. Com um BCD

reduzido, coroas menores (de até 34 dentes no prato interno e 50 dentes no prato externo)

passaram a estar disponíveis, dando ao ciclista muito mais opções nas relações curtas. E

simples mortais como nós passaram a subir serras com muito mais desenvoltura e menos

cansaço.


Na prática, o que acontece?


O uso de coroas menores aumenta as opções nas relações de força, enquanto diminui as

opções de velocidades mais altas, considerando que o conjunto de pinhões e o giro (RPM)

do pedivela permaneça o mesmo. Com o uso de coroas compactas o ciclista possui um

leque de opções maior na faixa mais alta do cassete, e pode encaixaar um giro mais

adequado (mais alto) ao seu nível de performance. Em contrapartida, ele perderá

velocidade nas relações mais baixas. Com a alteraçao do cassete, esta perda pode ser

minimizada, ou até mesmo eliminada. A combinação certa de coroas compactas e cassetes

pode dar ao ciclista o melhor de dois mundos: giro e força nas relações altas, velocidade

nas relações baixas. Já é comum ver, nos pelotóes profissionais, o uso de cassetes 11-28

com pedivelas 36-52, chamados de "mid-compact". Isso oferece uma faixa muito extensa

de possibilidades ao ciclista.


Analisando matematicamente


Tudo tem a ver com a razão de multiplicação de força entre coroa e pinhão. Considerando

o giro no pedivela de 90RPM, pneus 700x23 com 210cm de circunferância e um cassete

padrão de 12-25 dentes e 10 velocidades, vamos ver as velocidades máximas atingidas por

cada sistema:





A fórmula utilizada é essa:

VM = ((((CR/PN) * CP) * RPM ) 60)/100



Onde:

VM = Velocidade máxima alcançada

CR = Número de dentes da coroa

PN = Número de dentes do pinhão

CP = Circunferência do pneu

RPM = Rotações do pedivela


Como podemos ver, a diferença é pequena entre as velocidades dos dois sistemas, exceto

nos extremos. Mas percebe-se um ganho de 13 a 15% no giro em sistemas compactos,

comparando com relacões parecidas no sistema tradicional. Se considerarmos o aumento

de flexibilidade no giro dos pedivelas compactos, fica fácil perceber que um ciclista poderá

atingir certas velocdades com menos esforço ao se manter em uma faixa de giro mais

eficiente. Dessa forma, ao invés de você enfrentar aquela serra com uma pedalada

"pesada" de 50 ou 60 RPM, poderá subir mais solto a 90 ou 100 RMP com menor

sobrecarga muscular, mantendo a mesma velocidade.


Compacto serve pra mim?


Depende. Servirá muito bem você...

 - pedala regularmente por regiões com muitas variações de elevação, como serras

- compete em regiões montanhosas

- gira solto e não se habitua a giros pesados em subidas

- usa pedivelas menores (172,5mm ou menos), que naturalmente favorecem giros mais altos

- não está bem condicionado fisicamente

- é obcecado por redução de peso na bike

- é cicloturista e viaja com a bike de speed


Mas pode ser que não sirva se você...

- participa de provas de circuito em terreno plano

- pedala regularmente em regiões sem ganhos de elevação

- possui um estilo mais "trancado" de pedalar, e se sente bem com isso

- possui excelente condicionamento para subir serras em relações pesadas

- é sprinter

O sistema compacto veio para ficar, sendo totalmente aceito pela indústria e presente em

um número cda vez maior de bikes novas. A decisão de utilizar ou não cabe apenas ao

ciclista, que precisa ver este sistema como mais uma opção em um ambiente que era

hermético até pouco tempo: o ciclismo de estrada. Certamente ajudará muita gente, e

podemos esperar por mais novidades futuramente.


quarta-feira, 25 de julho de 2012

PROVA DA ASICS DOMINGO

Conforme ja avisado, estaremos pegando o kit da prova dos alunos listados abaixo, pois os mesmo fizeram a inscrição conosco. Os que fizeram por conta própria terão que pega-lo pessoalmente.

A entrega será entre 12 e 13hs na Loja do Renato na Barrinha, no proximo sabado, comigo ou com a Marcia. Os kits somente nos serão entregues na sexta feira a tarde em São Conrado. No dia da prova , nao havera entrega de kits.

O deslocamento para a largada é por conta própria e os Profs. Gabriel e Filipinho irão estar na largada com voces.

Na chegada, os Profs Germano, Gustavo e a Fisiterapeuta Flávia , estarão os aguardando, natenda,  com a maca de massagem em um  buffet para TODOS nossos alunos. ( estrutura similar sera oferecida aos alunos da prova de ciclismo).

Abaixo a lista de alunos que fizeram a inscrição conosco. Algumas pessoas que solicitaram  a inscrição , não efetuaram seus depositos antecipadamente e em tempo hábil , podem nao estar na listagem.

Atletas que haviam cancelado a inscricao pela mudança de data, devem me enviar um email para a restituição do valor da inscrição.

grato


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Antônio Alves
Ashbel 
Camila Negri
Christian Taguchi
Débora Boaretto
Fernando Martins
Gerson Siqueira
Helena Pavese
Hélio Bonora
Ingrid Robaina
Joana Kfuri
João Ribeiro
Luiz Claudio Moraes
Luiz Magon
Marcelllo Netto 
Maria Clara Daniel
Marlon Gaspar
Miguel Lasalvia
Otávio Calvet
Pablo Sá
Pedro Lorenzo
Raquel
Renato Monteiro
Roger
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Tetê
Tiago Pavarini

terça-feira, 24 de julho de 2012

DESAFIO TOUR DO RIO


No  proximo mes , dia 19 de agosto, havera uma prova de ciclismo em conservatoria nos moldes do le etape , alusiva ao tour do rio

poderemos organizar um ou mais onibus para tal prova, saindo cedo do rio e retornando logo apos a prova
...
os interessados devem me responder se querem esse tipo de transporte

o valor somente sera definido apos sabermos o numero de pessoas

deve-se sair por volta das 6 da manha do rio e o retorno apos a chegada do ultimo ciclista ( nao sei que hrs estaremos no rio de volta)


CASO HAJA INTERESSE EM IR , ENVIAR PARA O MEU EMAIL, COM O ASSUNTO : TOUR DO RIO SOMENTE.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Em breve

Pedal de domingo...

...... marcado de forma informal, iríamos fazer um passeio para observar alguns pontos perigosos do percurso da prova de domingo. Resultado, éramos, 80 ciclistas e um treino muito bom para todos.

PARABENS


COMO DETERMINAR A CATEGORIA DE UMA MONTANHA

DO SITE http://thecycleway.com/?p=32

Climb Classification and Gradients

There are two parts to a hill climb, the gradient and the classification. The gradient is the specific angle of the climb at any given part of the climb, which obviously will vary on any climb, The classification is the overall ratting of the climb.

Gradient

Cyclist often refer the the gradient of a climb in terms of a percentage. The gradient when measured in percentage is just the (horizontal distance / vertical climb) * 100. So you get the idea if I travel 100 m and rise 8 metres that’s 8% gradient. While that may not sound difficult over a longer distance that will really start to bit.

Here’s my spin on the gradients.

At 1-2% you’ll barely notice it, like riding into a bit of a head wind
3-4 % most people will do this quite easily. It rates as hill for a non-rider but to a rider it is a mere bump
5-7% will start to bother non-riders, riders will start to find it interesting
8-9% non-riders will start to look for other ways around
10-15% is going to hurt a non-rider and they may give in, Riders will be challenged by this
15% or greater and you’re in the “praying to your deity of choice” territory. This is going to be tough. Non riders simply will not have enough strength to push themselves up this sort of a climb, Good riders will be challenged by this

As a guide at 10% gradients roads are usually labelled with a warning of steep descent.
Climbs Classification

Climbs in cycling are rated from Category 1 (hardest) to Category 4 (easiest), based on steepness and length. A climb harder than Category 1 is designated as hors catégorie. Hors catégorie translates as “beyond categorisation”, and signifies an extremely tough climb.

The categories were originally used for mountain roads and the gear needed in a car to pass over them. So, a Cat 1 climb could be passed in a car in first gear, cat 2 in 2nd gear etc. and hors category was impassable by car.

How do the organizers of the Grand Tours evaluate the ratings for the climbs in their races?

The Tour organisers use three criteria:
(1) The length and steepness of the climb
(2) The position of the climb in the stage
(3) The quality of the road surface

General guidelines for classification are as follows:
Hors Category (HC) – the hardest, climbs of 1500m+
1st Category – climbs of 1100-1500m
2nd Category – climbs of 600-1100m
3rd Category – climbs of 300-600m
4th Category – the lowest category, 100-300m

There are some exceptions; L’Alpe D’Huez climb is 1200m, but is an Hors Category climb because usually comes at the end of a very tough stage and the climb itself is steep with sections of over 10% grade.

Some of the more popular climbs used in the Tour de France are;
  • Col du Tourmalet 2115m
  • Col d’Aubisque 1709m
  • Col du Galibier 2645m
  • Alpe d’Huez 1860m
  • Col d’Izoard 2360m

Descending

And in case you are wondering what the deal is with the pro’s sticking newspaper up their jerseys when they start the descent from these climbs is. Well, basically it is pretty cold up there on the summits, even if it is summer in Europe. So if you combine the sweat the riders generate from the ascent, the cool temperatures and the wind chill from descending, its make for a pretty cold descend, something that may affect the rider’s health.

So why newspaper instead some fancy new high tech material. Well the tradition of using newspaper dates back to when the tour first started, before all these high tech materials were invented. It was something that easily accessible without having to carry it up the ascent and could then be discarded when they reach the bottom.

As a rule of thumb the temperature drops about 8.5C for every 1,000m ascent. So for the ascent up Col du Galibier that is a potential drop of 20C.

domingo, 22 de julho de 2012

Nossas dicas para o UWCT

O Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, possui uma topografia especial para quem quer fazer a pratica do ciclismo seja realizada de forma competitiva ou como lazer. A combinação de uma cidade tipicamente plana e que tem em seu coração a maior floresta urbana do mundo com suas diversas subidas , permite ao praticante passeios e treinos deslumbrantes, sem falar - mos de uma malha ciclo viária que atende vários bairros.  

Dia 29 de julho com largada as sete horas da manha ira ser realizada pela primeira vez no Brasil na "Cidade Maravilhosa" uma etapa do UWCT campeonato mundial ciclismo amador, evento que oferece a todos a oportunidade para os primeiros 25% de cada categoria de ter uma vaga para poder disputar o Campeonato Mundial Amador que acontecerá na África do Sul em Agosto.  

O Percurso, belíssimo irá começar e findar num mesmo local , o sambódromo, conhecido internacionalmente por nosso carnaval e que também será um dos palcos dos jogos olímpicos de 2016.   Esta prova , de topografia plana ,  permitirá aos ciclistas um show de velocidade e estratégias para a vitória.  Saindo do sambódromo, os ciclistas irão seguir em direção a Av. Presidente Vargas , passando pela Central do Brasil,  e por ruas do centro da cidade, alcançarão o aterro do Flamengo , obra elaborada por Burle Max.  

Ao chegar no aterro , o pelotão, passará pela praia de Botafogo , Av Princesa Isabel e praia de Copacabana onde retornam no posto 6, pela orla da praia mais conhecida do mundo.   No caminho de volta os ciclistas e o público poderão contemplar mais  uma vez a praia de Copacabana , aterro do flamengo , com o Pão de Açúcar a direita e seguirão em direção ao elevado da perimetral , pouco explorado no Rio em provas de ciclismo palco da Copa America de Ciclismo e que em breve será demolido para o projeto Olímpico que irá revitalizar aquela área da cidade onde já existe a cidade do samba.   Retornando na perimetral , o ciclista, "pegará"  uma agulha ,  (saindo da cidade para a zona sul) e estarão "mergulhando"  atrás da Igreja da Candelária marco da cidade maravilhosa. O percurso,  pela Av. Presidente Vargas, seguirá em direção a Central do Brasil .

Neste trecho,  os atletas darão nova dinâmica a prova , pois teremos um circuito urbano com cinco voltas, onde as oscilações de velocidade constantes vai exigir do pilotos explosão e expertise na pilotagem, para o sprint final no sambódromo.  

Pontos importantes para uma prova segura:  
-  as curvas que dão acesso as ruas no centro da cidade fazem alguns cotovelos, desta forma evitar os  cantos de rua que podem estar sujos;

- na avenida Presidente Vargas , alguns ralos não são devidamente nivelados;

- no aterro do flamengo, apesar do horário e de totalmente gradeado para os atletas, há um grande número de praticantes de atividade física e ali ha uma espaço para lazer, desta forma MUITA ATENÇÃO, principalmente na volta pois será um pouco mais tarde ;
- assim como no aterro do Flamengo , a praia de Copacabana também estará em horário para lazer;

- no percurso de ida para a zona sul o ciclista irá passar em dois túneis que apesar de iluminados , devem ter atenção pois geralmente os ciclistas estarão de óculos escuros. Na volta, será um túnel apenas e após cruzado, em frente ao Rio Sul, atenção para alguns ralos também desnivelados;

- no elevado da perimetral, muito cuidado com as juntas de dilatação do viaduto e evitar mudanças drásticas de direção em cima das mesmas;

- a curva, na perimetral, que dará  acesso  a Candelária , tem uma agulha  (para os carros que sobem da Presidente Vargas  como já descrito anteriormente) e portanto a mesma será ser feita com extremo cuidado;
- bicicletas de contra relógio assim como fones de ouvido, SÃO PROIBIDOS;

- em provas de ciclismo não atenda seu telefone nem ligue para ninguém, pondo em risco outros atletas;

- em caso de furo sai da pista para o acostamento;

- caso seu intuito seja de participar de uma prova e descobrir a emoção do ciclismo, mas sendo inexperiente, evite sair na frente ou andar em grandes pelotões.
- ciclistas inexperientes ou mais lentos , permaneçam sempre na pista da direita em fila indiana, dando passagem aos ciclistas mais rápidos;

- ciclistas inexperientes ao serem ultrapassados, não desviem sua rota nem se assustem; -  de acordo com as regras da UCI, capacete afivelado é de uso obrigatório;

- os ciclistas mais experientes devem alinhar cedo para garantir uma vaga próximo ao, bloco da Elite;

- tenha o máximo de atenção, sua segurança e de terceiros depende do seu comportamento.  

Boa prova para todos e aproveitem uma prova que será um dos marcos do ciclismo na cidade, nós encontramos na largada.